Pular para o conteúdo principal

O que nos faz não enxergar o amor de Deus como ele é

Estive pensando nesses últimos dias, na verdade aprendendo, o que nos faz não enxergar o amor de Deus como ele de fato é. E eu percebi que três coisas nos atrapalham bastante: A ansiedade, o senso de valor e a insegurança.
A ansiedade nos faz viver uma preocupação exagerada acerca de coisas que não aconteceram, ficamos extremamente preocupados com coisas que muitas vezes estão fora do nosso alcance. E tê-la muitas vezes excluí de nós a visão sobre o amor de Deus, por que desconfiamos dele quando a sentimos. Mesmo que sem perceber que se trata disso, por que quando vivemos e estamos muito preocupados, a gente esquece que Deus está cuidado de tudo, que Ele cuida de nós.
O senso de valor, por que muitas vezes a gente acha que Deus nos ama pelo que a gente faz, ou tenta fazer tudo certinho e para agradá-Lo por que bem no fundinho, mesmo que de forma inconsciente a gente faz isso para tentar merecer o amor dEle, o que nunca dependeu de nós. Ele não nos ama mais quando fazemos tudo certo e bonitinho, e não nos ama menos quando fazemos tudo errado. Ele ama por que ama, e isso não vem como consequência de quem somos ou do que fazemos.
E por último (pelo menos do que eu andei pensando) a insegurança, no contexto de duvidarmos de nós mesmos ou da nossa vida, do nosso dom ou propósito e até mesmo dentro de relacionamentos com aquele medo e ciúme sem base. Deixamos de olhar para o amor de Deus, quando desejamos ter a vida igual ou as mesmas coisas que determinadas pessoas, ou quando achamos que existem pessoas melhores do que nós, e quando se trata de relacionamento esquecemos de que Deus une propósitos, então se a pessoa com que você se relaciona, é o seu propósito, então não a por que se sentir inseguro. O que é de Deus para você ninguém toma.
Que esse texto te ensine algo também. Que Deus abençoe sua vida!


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Um relato sobre o câncer- Por Sueli Martins (minha mãe)

“Até aqui nos ajudou o Senhor. Grandes coisas fez por nós e por isso estamos alegres.” - Salmos 126:3 Há exatamente um ano, descobri um nódulo na mama esquerda enquanto tomava banho. Fiz alguns exames e infelizmente veio o resultado: Era mesmo câncer, um nódulo de 2,2 cm estava apontando em meu corpo. Quando você recebe um diagnóstico desses é como se recebesse uma sentença de morte, em um primeiro momento. Só que   na realidade não é bem assim. Com a medicina avançada e avançando dia a dia, existem várias maneiras de se combater essa triste doença. Fiz outra bateria de exames, dessa vez mais específicos, que constataram o tipo de tumor e qual seria o tratamento. Começando assim uma longa batalha em minha vida. Meu nome foi para um fila de regulação do SUS, sim, fiz o tratamento todo pela rede pública. Tive de esperar algum tempo. Confesso que essa espera me deixou angustiada, ansiosa a ter que ainda ser chamada para dar início ao tratamento. Sem uma data marcad...

Me casei, e agora?

Até os meus 19 anos, casar era um sonho muito grande no meu coração. Não diria que era o maior sonho da minha vida, já que morar fora ocupava o primeiro lugar dessa lista. Assim como muitas meninas jovens, sempre gostei de livros e filmes românticos — li e assisti a muitos — e fui bastante influenciada por essa ideia hollywoodiana sobre o amor. Após os meus 19 anos e minha primeira desilusão amorosa (gostar de alguém que não correspondeu aos meus sentimentos), passei a dizer que me casaria com um gringo de olhos azuis. Não sei bem de onde tirei essa ideia ou essa possibilidade, já que morava no Brasil e não tinha nenhuma condição financeira de fazer intercâmbio nem nada parecido. Hoje, olhando para trás, penso que foi uma forma do meu coração se proteger de outra rejeição — desejando algo tão distante e improvável, as chances de me ferir eram mínimas. Então, passei a nutrir esse sonho, ou melhor, essa ideia, no coração. Ao longo dos anos, fui bastante confrontada por pessoas próximas...

Setembro: a humildade dos pequenos começos e o curso de alemão

Setembro mal começou e já tem sido um mês de muitos aprendizados e muita adaptação por aqui. Depois que me mudei de Belfast para a Alemanha, muita coisa vem acontecendo: muitas adaptações e novos começos, como falei um pouco no texto de agosto. Rolando pelo Pinterest um dia, vi uma citação com tom humorístico sobre o quanto, às vezes, a gente já quer ser muito bom em algo que acabou de começar, e pude me identificar com isso ainda mais nesse momento presente, fazendo um curso de alemão. Minha ideia ao chegar aqui foi ter alguma coisa para fazer, e voltar a estudar me pareceu uma boa forma de tentar receber algumas sugestões e dicas úteis de como poderia dar continuidade ao aprendizado dessa língua tão difícil e cheia de estigmas. Mas, preciso dizer: não tem sido fácil. Primeiro, porque o percurso até a escola é bem longo todos os dias, é preciso acordar super cedo e lidar com toda a complexidade que é aprender um novo idioma. Eu diria que essa é uma das experiências que mais tem me co...