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Aquele well done que falta no dia a dia

Ainda tenho problemas com as cobranças. Sempre estou pensando que poderia fazer mais, ser melhor. Enfim... Coisas minhas. Não era bem assim que pensei em começar esse texto. Mas tudo bem. Vamos ter duas introduções então. Para fazer parecer que vocês estão lendo os diálogos dentro da minha própria cabeça. Parece loucura eu sei. Vai fazer sentido prometo. Coisas de escritor (forcei um pouco a barra aqui, mas acho que é ok). Toda vez que começo um novo texto penso que gostaria que ele tivesse o poder de mudar o mundo ou tocar o coração de muita gente. Sabe aquela sensação que a gente tem quando lê algo muito bom, ou ouve aquela música que faz nosso coração dançar? Pois bem. Estou orgulhosa de mim e queria compartilhar isso com vocês. Sempre quis muito aprender a cozinhar. Mas pelas razões certas. Realmente reviro meus olhinhos quando alguém diz depois de provar alguma coisa que fiz de comer dizendo “Já pode casar”. Estressa-me. Então demorei um tempo até desvincular a ideia de ...

Bons títulos : Filmes, séries, livros e músicas

Oii pessoal, nunca mais postei sobre coisas como filmes, séries... Então hoje resolvi compartilhar com vocês os bons títulos que eu assisti, ouvi e li durante as férias. Sei que muitos de nós já voltam a estudar e trabalhar ja já, se é que já não voltaram, mas fica como sugestão para os dias em que você não souber o que ver lembrar, nos tempinhos de folga. Naquela sexta sem nada marcado ou nos dias em que você sair mais cedo... SÉRIES: Blindspot- Investigação criminal super envolvente e tranquila de ver. Quando você menos esperar já vai estar todo curioso sobre as coisas todas.  ARROW- Série de herói. Não sou muito fã dessas paradas assim mas curti muito. A história de romance para alguém super água com açúcar como eu foi muito emocionante. A série já está na sexta temporada mas é tranquila de ver demais. THIS IS US- Comecei a ver essa semana e estou adorando! Muito linda a história de cada episódio. Fala muito sobre família e aborda aspectos da vida real de todo mun...

Entre o partir e o ficar

Há tempo de ficar e tempo de partir. Ir embora e voltar.  Foi assim que entendi o meu processo de voltar de missões. No início eu senti como se tivesse dado uma lambida no Pirulito e que alguém o tivesse pegado e me deixado na vontade. Soou feio isso. É uma metáfora. Espero que tenha entendido. Não? Ok vou explicar. Era como se tivesse me deliciado com algo novo, maravilhoso, que sempre quis e que não sabia que sempre havia desejado. Como poderia querer algo que não sabia que queria? Sempre esteve aqui no fundo. Uma vontade. Um anseio maior que meu peito. E quando voltei pra casa senti como se tivesse perdido tudo. Como se fosse um vislumbre do que eu sempre quis viver. Do que sei que vai colorir a paisagem dos meus futuros dias. Daí lembrei, melhor, fui lembrada de que essa obra será completada. É uma promessa. Aquele que começou a boa obra há de completá - La.  Há um tempo certo. Entre o ir e o chegar, há o ficar. Não entenda como um tempo apático. Mórbido. Sem ale...

Sem título

Quero ler mais livros. Ser mais inteligente. Saber de mais coisas. Sair da minha zona de conforto. Ainda estou descobrindo coisas ao meu respeito, penso que quando chegaram o fim e que já sei de tudo descubro algo novo. Ou mudo de novo.  É confuso em alguns aspectos. Difícil em outros. Quase sempre complicado, mas também libertador. Saber quem eu sou passa por linhas tênues e sensíveis, primeiro preciso saber quem eu não sou para saber quem sou. Para saber quem quero ser. Aonde quero chegar. Quem não quero ser. Tenho escrito pouco, ainda não  como gostaria. Tô falando de qualidade. Textos bem escritos. Que parecem de escritores de verdade. Não que eu seja de mentira. Tem muita verdade aqui, em mim. Quero ser gente como qualquer outra gente. Alguém que é acessível, fácil dos outros se identificarem. Com um coração empático e generoso.  Descobri que me acomodo em cômodos conhecidos, nomeados. Preguiça. Egoísmo. É difícil abrir mão de certas coisas, ainda mais quando...

Ser solteira

Nunca soube o que responder para os outros e para mim mesma sobre o motivo de eu ainda não ter me relacionado com ninguém. Talvez tenha sido porque nunca apareceu alguém que mexesse comigo e que gerasse em mim aquele respeito por um homem que talvez pudesse se tornar o pai dos meus filhos, ou alguém que me respeitasse e me apoiasse mesmo em tantas diferenças e coisas peculiares minhas. Ou porque quando gostava de algum rapaz não era correspondida, ou quando gostavam de mim era eu quem não correspondia ou ainda por cuidado também. Sempre vi essa área emocional como uma parte frágil e que quando machucada as pessoas se feriam muito e não queria passar por isso. Boba, mesmo assim passei. Ainda sou uma pessoa bastante romântica só não mais iludida com a ideia de príncipe encantado e uma pessoa específica para mim, pois acredito que é uma questão de escolha, de saber quem é a pessoa certa pelo que ela é e faz e pelo que juntos somos, ou nos tornaremos. Também sei que talvez o primei...

MOVE 2018: Minha primeira viagem missionária

Tinha alguns receios de falar sobre chamado e vocação. É um pouco complicado explicar isso e confesso que ainda estou aprendendo.  Nos últimos tempos vocês tem me visto postar e falar coisas acerca da Jocum e de missões.  Não é por acaso.   Tudo começou com uma palavra que recebi de Deus acerca do meu chamado. No início fiquei com medo e pensando: Tá bem Senhor, quando que você vai me mandar largar tudo pra te seguir? E a verdade é que ainda estou no processo e na caminhada, e conforme vou caminhando o senhor vai revelando os caminhos e seus planos pra mim.  Esse é um relato bem pessoal, não quero que você pense e nem se encaixe nessas situações se não houver uma identificação verdadeira.  Após ouvir essa palavra e esse direcionamento portas se abriram e fui fazer um curso de missões urbanas com a duração de três meses. Me encantei, apaixonei e entendi que desde sempre era missões e eu não sabia. A forma como eu respondia a Deus, o anseio des...

Padrões

Padrões. Estabelecimento de regras. Todos querem ser aceitos, amados. Alguns sentem tanto medo de mostrarem quem realmente são que se escondem por trás de máscaras chamadas adequações.   Pensei isso lendo um texto de um blog que acompanho há muitos anos, e a escritora do post estava contando sobre sua experiência de transição capilar. E o quanto foi difícil para ela se aceitar e todas essas coisas. Lembrei-me de mim e da minha saga com o meu cabelo- porque na época em que li isso estava pensando em fazer uma progressiva- quando criança ele era bem lisinho mesmo, ao ponto de grampos soltarem com enorme facilidade. E quando fiquei mocinha ele começou a enrolar e eu nunca soube como lidar com ele daquele novo jeito, além de lidar com o que os outros diziam sobre ele ter ficado enrolado, ou “incriqueado” como alguns brincaram. Então, me indaguei: Será que eu também preciso passar por uma transição? Assumir meus cachos para então me aceitar? Será que amor próprio e aceitação ...