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O melhor que não me aconteceu, uma visão otimista

Fiz o compromisso comigo mesma de ler mais livros sempre. Toda semana ler alguma coisa. Sem a neura de começar e terminar. Existe a liberdade de começar e não terminar algum caso não goste ou não seja o timing certo.            Pois bem, semana passada li mais um livro de crônicas da Martha Medeiros, ela é minha cronista preferida em todos os tempos. E ler um texto dela bem específico "salvou" minha semana. O título era o mesmo desse post. O melhor que não me aconteceu. A crônica falava sobre aquelas coisas que a gente quer tanto que aconteça com a gente e no fim das contas acabam não acontecendo e em um futuro não tão distante, poderemos enxergar que na verdade não ter dado certo foi uma enorme benção. E eu trouxe aquilo pra minha vida. Guardei no coração. Pois as vezes tendo a me questionar, cobrar, pensar cinquenta e cinco milhões de coisas sobre os " e ses" que poderiam ter acontecido. Fez com que eu olhasse para o hoje com um olhar mais grato de e...

Banho de chuva

O tempo fechou. Nuvens escuras ilustravam um céu que há poucos minutos estava iluminado com um sol glorioso. A brisa de um vento mais forte embala o tempo. Três para as quatro. Ou quatro para as três. Não me recordo ao certo.   As folhas fazem barulho. O vento espalha uma areia escura.   As pedrinhas ao chão parecem mover-se com facilidade. É quase possível sentir o cheiro da água que ainda nem molhou o chão, como se este já estivesse molhado fazendo subir aquele cheirinho aconchegante que a chuva tem. Ploft. Ploft. Ela começa a cair, gotas grandes desenham um chão que se encontra agora cheio de bolas, como se um pincel redondo tivesse feito seu registro. Agora começa a cair mais rápido embora amena. Os telhados ressoam um barulho alto, que facilmente poderia ser confundido com os das palmas das mãos ao encostarem uma na outra no fim de uma apresentação. Decido sair lá fora com o coração mais sorridente que pude sentir em muitos dias. Confundo-me com uma criança que ...

Deixa eu te contar como foi meu dia

Tenho aprendido a apreciar os dias comuns. Esses mesmos que a gente pensa que são só mais um dia qualquer como tantos outros. Sem muitos acontecimentos. Mas esses tem tido muito sentido para mim ultimamente. Acho que é porque ando apaixonada pela vida. Que romântico dizer isso. Mas me gosto assim, romântica. Otimista. Tendo fé nas coisas boas que muitas vezes precisam ser olhadas com mais cautela, tudo está repleto delas. Inclusive hoje. E por falar em hoje, deixa eu te contar como foi meu dia? Desculpe se não esperei pela sua resposta, mas presumi que fosse um sim já que você está aqui. Foi assim: Fiz algumas coisas burocráticas, dessas que fazem parte da vida adulta. Engraçado escrever isso, como a vida anda tão rápido - Ontem era uma menina que andava sempre com uma boneca e uma bolsa a tira colo. Hoje já ando por mim mesma, resolvendo os “ais”, reparando as arestas pra viver do que sonho- Pois bem, quando retornei pra casa parei um tempo para meditar, e tive esse ‘click’ ...

Ter para onde voltar, relacionamento

Não sei se aquele conselho de não tomar nenhuma decisão séria quando se está muito feliz ou triste vale em se tratando de textos. Não que eu esteja triste, pelo contrário. E quis escrever pra compartilhar algumas coisas, e essas do coração, como sempre.          Começo dizendo que depois que me envolvi com missões, depois de ter entendido que esse é o meu chamado e vocação muitas coisas mudaram, outras clarearam e há uma frase que aquece meu coração nos dias de dúvidas que faz parte do refrão de uma música, diz assim: Só quem sabe onde está consegue ver o fim da estrada mas ainda há muita coisa para andar aqui. E menciono os dias de dúvidas porque eles existem, ainda mais quando não se foi por completo, como no meu caso. Mas outra coisa que aprendi é que não podemos ser parcialmente missionários (e cabe aqui qualquer coisa pela qual Deus tenha te chamado para fazer aqui na Terra, embora todos sejamos missionários porque espalhamos a boa notícia de Jesus)...

Pra começar o ano bem: Feliz 2019

                              O último dia do ano plus o primeiro, não foram tão bons para mim, enfrentei uma batalha na mente pesada. Mas pelas verdades de Deus ao meu respeito que declarei sobre mim, sobre todas as mentiras do diabo, venci. Já escrevi aqui que o ano que passou foi um dos mais difíceis, muitas coisas ruins, dolorosas e inesperadas aconteceram e pra ser bem sincera, nunca me achei forte, sempre pensei que quando algo assim acontecesse seria a primeira a "quit" mas pela graça de Deus derramada sobre minha vida, permanecei e venci desertos áridos. E percebi grandes lições, amadurecimentos, uma fé mais firme na  Rocha, exatamente como a parábola que Jesus contou da casa que construída sobre a Rocha, permanece mesmo diante das ondas e dos ventos. Foi um fim proveitoso e incontáveis dias em que olhei para o céu e me submetia a soberania daquele que colhe minhas lágrimas. Voltando aos dias de...

Livro de Jó, como foi 2018 - Algumas reflexões

Percebi que as palavras que mais marcam minha vida nas sagradas escrituras, não são as palavras de vitória, de segurança de vida e coisas positivas, não que seja pessimista ou algo assim, você vai entender quando eu explicar. São justamente as de exortação, de alerta, os puxões de orelha. Não que a minha visão sobre Deus seja sobre Ele ser tirano, rígido... Nada disso. Mas compreendo que ele é justo, soberano e Senhor de todas as coisas e é exatamente por isso que essas palavras “duras” são minhas guias para que sirva ao Senhor melhor, do jeito que o evangelho verdadeiro de Jesus nos ensina que devemos servi-lo. Sendo assim, trazendo para um adendo daquele ar de fim de ano em que repensamos tudo o que aconteceu, o que fizemos ou deixamos de fazer, os sorrisos que demos ou as lágrimas que derramamos, as metas que no final do ano anterior traçávamos para o novo ano, esse que novamente se finda e fazendo um paralelo com a história de Jó plus como foi o meu ano de 2018 é onde quero cheg...

Como tem sido aprender Inglês sozinha

Olá pessoal! Faz um tempinho que não escrevo nada novo e nem posto vídeo no canal. São várias as razões para isso. Mas resolvi escrever o post de hoje sobre um assunto muito especial: Minha aprendizagem do Inglês all by myself hahah tem sido super divertido e possível e todos nós podemos aprender qualquer idioma. Cheguei a postar vídeo no canal mostrando como que tudo começou, postei algumas pessoas que me ajudam, que acompanho nesse processo todo. No post de hoje colocarei mais coisinhas a esse respeito. Farei por tópicos.  Meus estudos se resumem em: 1)  Todos os dias eu estudo um pouquinho, primeiro eu ouço vários pod casts (Inglês nu e cru, Plain English, Speak English with Georgiana...)  foi assim que tudo começou, vou deixar o link do vídeo do canal no fim do post lá falo bastante sobre isso.  2) Depois leio de dois a quatro textos nesse site aqui:  https://readtheory.org/  .  Assim que comecei a me engajar no Inglês entendi que precisa...