Pular para o conteúdo principal

Saindo da mediocridade

Tenho vivido um tempo em minha vida em que de fato, tenho tido muitas reflexões sobre o que é mediocridade, e muitas vezes penso eu, que agimos de forma medíocre, vivemos uma vida medíocre. Não em relação a condições financeiras ou quem somos diante dos outros, mas em sentido de vida, vivemos coisas vazias, nos preocupamos com coisas inúteis demais.
Acaba que a vida se resume em só acontecimentos cronológicos, não é viver é sobreviver. Nunca quis uma vida assim, sempre quis algo a mais, viver por algo além. Assistir a programas de televisão onde são retratados pessoas que fazem coisas tão incríveis, e que nem sempre estão em evidência, me inspira demais a querer uma vida diferente. E não é estar em evidência que é relevante, e sim viver uma vida inspiradora, que faz mais pelos outros, que não vive só pra si e pro seu bem próprio, mas pro bem do outro também.
Tudo isso que estou dizendo tem muito haver com o propósito pelo qual existimos, pelo qual estamos aqui. Quando entendemos o que nascemos para fazer, muitas dúvidas são sanadas, recebemos um Norte para seguir em diante. Você tem um dom específico com toda certeza, pode ser um dom diferente, mas mesmo assim algo que você sabe fazer bem e que se sente útil. É aí que tudo começa.
Acredito plenamente que os dons que Deus nos concede são para espalharmos a glória dEle no mundo, anunciarmos o Seu grande nome. É um canal da manifestação da vida dEle dentro de nós (Colossenses 1:27).
Com toda certeza o evangelho não é só para você, se você já foi alcançado por ele, glória a Deus, mas não termina aí, começa em você para que isso vá passando aos outros, e até os confins do mundo. Cristo veio para todos.
Espero que esse texto te inspire a encontrar o seu propósito de vida, que se encontra totalmente direcionado pelo Senhor, e nEle também. Não viva só para si mesmo, saia da mediocridade. Viva além. Que Deus abençoe e ilumine seus passos!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Um relato sobre o câncer- Por Sueli Martins (minha mãe)

“Até aqui nos ajudou o Senhor. Grandes coisas fez por nós e por isso estamos alegres.” - Salmos 126:3 Há exatamente um ano, descobri um nódulo na mama esquerda enquanto tomava banho. Fiz alguns exames e infelizmente veio o resultado: Era mesmo câncer, um nódulo de 2,2 cm estava apontando em meu corpo. Quando você recebe um diagnóstico desses é como se recebesse uma sentença de morte, em um primeiro momento. Só que   na realidade não é bem assim. Com a medicina avançada e avançando dia a dia, existem várias maneiras de se combater essa triste doença. Fiz outra bateria de exames, dessa vez mais específicos, que constataram o tipo de tumor e qual seria o tratamento. Começando assim uma longa batalha em minha vida. Meu nome foi para um fila de regulação do SUS, sim, fiz o tratamento todo pela rede pública. Tive de esperar algum tempo. Confesso que essa espera me deixou angustiada, ansiosa a ter que ainda ser chamada para dar início ao tratamento. Sem uma data marcad...

Rute e Ester, mulheres que viveram por um propósito

 Olá amigos, não sou muito de compartilhar as meditações que faço ou leituras bíblicas e achei isso um desperdício, então hoje estou aqui escrevendo as meditações e coisas que aprendi com a leitura dos livros de Rute e Ester. Gosto muito de ler as histórias das mulheres na Bíblia, de onde vieram, o que fizeram, como viveram e como sempre houve espaço para elas nas sagradas escrituras quando Deus é/foi o Senhor de suas vidas.  Antes de prosseguirmos gostaria de explicar as categorias ou questões que procurei responder com a leitura dos livros, que foram dividas em: Contexto, propósito do livro, temas e as aplicações/lições que aprendi. Minha Bíblia é a de estudos da mulher então para cada novo livro há uma folha de introdução respondendo todas as questões sobre o livro em si. Vamos lá? Rute: Contexto: Começa e termina em Belém, na cidade de Moabe (terra que se originou pelo incesto entre Ló e sua filha mais velha). Propósito: Relacionamento quotidiano de uma família comum....

Me casei, e agora?

Até os meus 19 anos, casar era um sonho muito grande no meu coração. Não diria que era o maior sonho da minha vida, já que morar fora ocupava o primeiro lugar dessa lista. Assim como muitas meninas jovens, sempre gostei de livros e filmes românticos — li e assisti a muitos — e fui bastante influenciada por essa ideia hollywoodiana sobre o amor. Após os meus 19 anos e minha primeira desilusão amorosa (gostar de alguém que não correspondeu aos meus sentimentos), passei a dizer que me casaria com um gringo de olhos azuis. Não sei bem de onde tirei essa ideia ou essa possibilidade, já que morava no Brasil e não tinha nenhuma condição financeira de fazer intercâmbio nem nada parecido. Hoje, olhando para trás, penso que foi uma forma do meu coração se proteger de outra rejeição — desejando algo tão distante e improvável, as chances de me ferir eram mínimas. Então, passei a nutrir esse sonho, ou melhor, essa ideia, no coração. Ao longo dos anos, fui bastante confrontada por pessoas próximas...